" Eu sou o sonho de cada moleque em meio ao frio, sou a realidade de cada um que me viu, eu sou o presente e o passado de quem me sentiu mesmo sem arma sou a verdadeira guerra civil, eu sou o pão pra cada homem que hoje sente fome, eu sou a fome que faz movimentar cada homem, eu sou a esperança de paz, eu sou a casa onde a revolução fez a morada, eu sou a alma da raça dita a mais fraca, eu sou o olhar do guerreiro no momento que ataca, eu sou a bondade e o sorriso de cada senhora, eu sou a perseverança de quem fica quando alguém vai embora, eu sou o silêncio do luto da humanidade, eu sou o barulho do grito da dignidade, eu sou o quilombo dessa nova geração, eu sou seu tombo mas também sou o seu chão, eu sou grande demais pra você ser meu dono, eu sou o futuro do mundo por mais que ele me evite. " Projota